Caíram, mas não foi o fim...
Delas virão novidades, virão novos brotos, novas flores.
Novos frutos surgirão.
Então... o tempo vai mudar, o vento vai bater, a chuva vai molhar. Aí o sol vem secar.
Seca, sol, essas lágrimas que se derramou pelas folhas que nesse outono caíram.
Leva, sol, toda angústia de ver a árvore pelada, por esse outono tardio.
Mata, sol, todo fungo surgido pelo amor descurtido.
Cata, sol, cada semente de esperança quase esquecida num verão doentio.
Desperta no seio da vida o renovo da alma ferida.

Amadinha querida!!!! Sê tu uma benção! Bjns docins!
ResponderExcluirMaravilhoso poema! Elas sempre hão de cair; isto é inevitável. O que chamamos de perda ou caos, na verdade, é o processo natural da vida: o desfolhar para o reflorescimento. Sobre isso, tenho um presente pra ti: http://asvozesdomar.blogspot.com/search?q=folha+estradeira
ResponderExcluirTenha um belo fim de semana; bjs!