Tristeza de ser o não dever
Que não depende do poder,
Mas da lembrança do saber:
-O anseio do banal,
Converte a vida em fatal.
Fatalidades, acasos...
Fatídicos ocasos!
Que açoita a alma,
Desfaz a calma.
Imprime culpa
Suplicando desculpa.
Incita o medo,
Desvendando o segredo.
Que, embora tardio,
Se desnuda vadio,
Brilhando sombrio
Num momento precário,
Num instante lendário,
Fazendo tudo ao contrário...
Ah, tristeza de ser!

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