quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Cores que eu nem sei o nome.



No profundo do desejo, almejo o mundo, mas o que vejo é o medo.
Anseio um futuro de sonho, mas o tempo enfadonho passa e, numa lentidão corrida, atropela a vida numa enxurrada de gemidos ressequidos, que ensurdecem meu clamar.
Dividem os olhares, os caminhos, separam as pegadas por novas estradas.
Então, lá vou eu, trilhando novos rumos, novos mundos, novos olhos.
Outras chances, novos lances.
Mais ensejos, sabores, sem dores.
Novos amigos, vívidos...
Novas cores!








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