Desgruda da minha face,
máscara maldita!
Já não te sinto mais por fora,
mas grudada nas minhas entranhas.
Estranha sensação de abandono,
pois já deixei meu eu lá atrás...
Atrás de muito que sonhei.
Atrás daquilo que aprendi... e repreendi.
O que o outro quis, eu mostrei.
De mim mesma me afastei, me encarcerei.
Máscara maldita, sai de mim!
Me quero de volta,
não quero tua escolta!
Quero bater minhas asas,
alçar meu vôo!
Bailar nas nuvens, gozar no azul.
Me encher de mim!
Gostar de mim!
Viver em mim...

Gostei muitíssimo!!!
ResponderExcluirQue assim seja:
Me encher de mim!
Gostar de mim!
Viver em mim...
Sheila
Sem mascáras, fugindo do ninho, se permitindo... Brindemos aos novos e altos voos.
ResponderExcluirAgora é Helena de Campos livres e poéticos.
Bjs.